A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Ibersol e a NOS a liderarem os ganhos e a subirem 2,40% para 10,22 euros e 2,15% para 5,23 euros, respetivamente.
Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI avançava 0,47% para 9.499,67 pontos, com 10 empresas a subir e seis a descer.
Às ações da Ibersol e da NOS seguiam-se as do BCP, Mota-Engil e Teixeira Duarte, que subiam 1,76% para 1,18 euros, 0,69% para 4,93 euros e 0,41% para 0,49 euros.
A REN, Jerónimo Martins e CTT ganhavam 0,29% para 3,49 euros, 0,28% para 17,84 euros e 0,16% para 6,30 euros.
A EDP e a Navigator também se valorizavam, designadamente 0,15% para 4,79 euros e 0,06% para 3,25 euros.
Em sentido contrário, a EDP Renováveis, Galp e Semapa cediam 1,07% para 12,98 euros, 0,61% para 21,34 euros e 0,24% para 20,60 euros.
As outras três ações cuja cotação recuava eram as da Corticeira Amorim (-0,14% para 7,0 euros), Altri (-0,11% para 4,70 euros) e Sonae (-0,10% para 1,99 euros).
Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, com o olhos postos no dado da inflação dos EUA, que será determinante para que a Reserva Federal dos EUA (Fed) decida na próxima semana manter ou subir as taxas diretoras.
O euro estava em baixa ligeira face ao dólar, a desvalorizar-se 0,09% e a ser trocado a 1,1602 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.
Depois do Banco Central Europeu (BCE) ter decidido na quinta-feira aumentar em um quarto de ponto as taxas diretoras, os mercados estão atentos ao departamento de Trabalho dos EUA, que divulgará a leitura de agosto do índice de preços no consumidor (IPC) do país.
O departamento de Trabalho dos Estados Unidos publica hoje os dados do IPC de agosto, o último indicador de peso antes da reunião da Fed da próxima semana, num contexto em que se prevê um aumento da inflação impulsionado pelo aumento dos preços da energia devido ao cada vez mais enraizado conflito no Médio Oriente.
A reunião de política monetária da Fed realiza-se nos dias 15 e 16 de setembro e existem dúvidas sobre se manterá as taxas diretoras na faixa de 3,50%-3,75% ou se as aumentará.
Depois dos destacados aumentos registados na quinta-feira do preço do petróleo e do gás, o preço do contrato genérico de barril de petróleo Brent, de referência na Europa, avança 1,47% para 106,05 dólares.
Perante o aumento constante do preço do petróleo e a subida das taxas diretoras do BCE, os juros da dívida da Alemanha a 10 anos sobem para 3,508%, um máximo de sempre.
Já os os juros da dívida dos EUA a 10 anos descem hoje para 4,945%, depois de terem subido para mais de 5% na quinta-feira e para máximos desde 2007.
Os futuros dos principais índices norte-americanos apontam para uma subida de 0,40% para o Dow Jones e de 0,33% para o tecnológico Nasdaq, depois de ambos terem terminado em baixa na véspera.














