O Ministério dos Negócios Estrangeiros português assinalou hoje o 25º. aniversário dos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos, afirmando que a tragédia continua a ser “uma ferida na memória” do mundo.
“Um momento que mudou profundamente a nossa forma de olhar para a liberdade, a segurança e a ordem internacional”, referiu, numa mensagem publicada nas redes sociais, na qual sublinha a importância da solidariedade.
“A comoção e a solidariedade de todos foi e será sempre a derrota do terror”, considerou o ministério liderado por Paulo Rangel, garantindo que o dia será para lembrar “os milhares de vítimas e suas famílias” e homenagear o povo norte-americano.
Os Estados Unidos assinalam hoje um quarto de século desde os ataques do 11 de setembro, que provocaram 2.977 mortos, incluindo nove vítimas portuguesas e lusodescendentes, e constituíram o mais mortífero atentado terrorista cometido em território norte-americano.
Os ataques foram conduzidos pelo grupo terrorista Al-Qaida.
Dois aviões sequestrados atingiram as Torres Gémeas do World Trade Center, em Nova Iorque, provocando o colapso dos edifícios duas horas após o impacto, enquanto um terceiro aparelho atingiu o Pentágono (sede do Departamento de Defesa) nos arredores de Washington.
Um quarto avião, que se acredita que tinha como alvo o Capitólio (sede do Congresso) ou a Casa Branca, despenhou-se perto de Shanksville, na Pensilvânia, depois de passageiros e membros da tripulação terem tentado recuperar o controlo da aeronave.
Os atentados desencadearam profundas alterações na política externa e de segurança dos Estados Unidos mas também a nível mundial, incluindo o lançamento da chamada “guerra contra o terrorismo” e a intervenção militar no Afeganistão.














