Wall Street fecha em alta esperançada em alívio no Médio Oriente

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta pela segunda sessão consecutiva, com os investidores a manterem-se esperançados com um desanuviamento da guerra no Médio Oriente, apesar de informações contraditórias.

Executive Digest com Lusa

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta pela segunda sessão consecutiva, com os investidores a manterem-se esperançados com um desanuviamento da guerra no Médio Oriente, apesar de informações contraditórias.

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Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones avançou 0,48%, o tecnológico Nasdaq ganhou 1,16% e o alargado S&P500 subiu 0,72%.


Wall Street “atravessou um período de perdas excessivas. (…) Impunha-se uma recuperação”, comentou Tom Cahill, da Ventura Wealth Management, em declarações à AFP.


“E o anúncio de uma eventual trégua no ataque ao Irão foi o catalisador que fez o mercado subir”, acrescentou.


Donald Trump disse na terça-feira que os EUA vão sair da guerra ao Irão “muito em breve”, especificando um prazo de “duas, talvez três semanas”.  

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Já na quarta-feira disse que o presidente iraniano reclamou um cessar-fogo, mas condicionou qualquer trégua a uma reabertura do Estreito de Ormuz, que se encontra bloqueado pelo Irão.


Estas afirmações fizeram subir as bolsas e acalmaram a subida da cotação do petróleo.


“Mas as informações que circulam são contraditórias”, apontou Tom Cahill.


O poder iraniano rejeitou as afirmações de Trump e reafirmou que o Estreito iria continua encerrado aos “inimigos” do país.


E na frente de combate, os iranianos anunciaram errem lançado uma série de ataques a Israel e às bases dos EUA no Golfo Pérsico.

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“Tudo isto contribuiu para criar um clima muito confuso para os investidores”, resumiu Cahill, esperançado em que “se possa saber mais esta noite” com a intervenção televisiva de TRump.


Este deve falar às 21.00 horas locais (02:00 d Lisboa) para “dar notícias importantes sobre o Irão”, segundo a Casa Branca.


Nos indicadores, foi saudada a subida das vendas do comércio retalhista em fevereiro, nos EUA, que saíram melhor do que esperado.


Em todo o caso, relativizou Tom Cahill, “nste período de incerteza, a informação com algumas semanas ou até meses de existência não é pertinente”.


   

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