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Ensaio: Volkswagen Golf GTE – Ecologia desportiva

[easingslider id=”17817″] Ao aventurar-se no mercado com o Golf GTE, a Volkswagen promete um misto ambicioso: prestações e comportamento de desportivo e eficiência própria de um híbrido altamente avançado. Esta premissa arrojada acaba por produzir um resultado deveras interessante, numa nova forma de encarar os compactos desportivos para o século XXI. Com efeito, a ideia de um modelo de carácter mais dinâmico com potência desmedida e consumos desregrados tornou-se obsoleta. Em virtude disso, as marcas vão procurando soluções e a hibridação parece ser a resposta mais imediata, com bons resultados, como se vê neste GTE. A sigla foi criada para este modelo híbrido, evocando o carácter de um GTI (e do mais recente GTD), mas faz gala do seu lado mais ecológico. Exteriormente, o Golf GTE apresenta algumas características diferenciadoras face aos seus ‘irmãos’ com motor a combustão: a faixa na grelha dianteira (que se estende pelo interior dos faróis) é azul e não vermelha e as luzes diurnas em LED assumem um formato em ‘C’ na zona inferior do pára-choques. As maxilas dos travões (visíveis por entre as bem conseguidas jantes de 18”) também assumem uma cor inóspita para automóveis de índole desportiva – azul! No interior, despontam outros apontamentos específicos, como os estofos com tecido em padrão axadrezado ‘tartan’ e volante recortado na zona inferior. De resto, um Golf como todos os outros, com materiais e construção irrepreensíveis, além de oferecer bastante espaço para todos os passageiros, mesmo os que vão sentados atrás. Já a capacidade da bagageira foi ‘sacrificada’ para apenas 272 litros devido à necessidade de reorganizar o posicionamento das baterias eléctricas e do depósito de combustível de 40 litros. Técnica aprimorada Mas é a vertente técnica que sobressai neste GTE. A marca aplicou um sistema híbrido Plug-in idêntico ao do Audi A3 e-tron, com recurso…

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