O número de trabalhadores da função pública aumentou, como não era visto desde 2011. Em junho, entre a administração central, autarquias e regiões, registou-se um pico de 731 258 funcionários públicos. “São mais 3473 trabalhadores do que há 10 anos, mas mais de 48 mil face a 2018”, segundo a Síntese Estatística divulgada esta segunda-feira pela Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) e citada pelo Correio da Manhã (CM).
A análise dos movimentos de entradas e saídas ao longo da última década revela que, desde 2015, o emprego público “tem registado um saldo líquido positivo e crescente de postos de trabalho”.
Face ao período homólogo, o número de trabalhadores do Estado cresceu 3,7% (25 774), com mais 20 012 pessoas na Administração Central e mais 4399 nas autarquias.
Como esclarece o CM, “na Administração Central, o aumento de emprego regista-se nos Estabelecimentos de Educação e Ensino Básico e Secundário, com mais 8407 funcionários, e nas Entidades Públicas Empresariais do Serviço Nacional de Saúde, com mais 7060”.
“Entre as carreiras que mais contribuíram para este aumento na Administração Central, destacam-se os assistentes operacionais (5088), educadores de infância e docentes do ensino Básico e Secundário (3 857), e técnicos superiores (2 871) e enfermeiros (2726). O emprego no setor das administrações públicas representava 15,2% da população empregada”, acrescenta o mesmo jornal.
O ganho médio mensal nas administrações públicas é de cerca 1801 euros, segundos os dados da DGAEP, citados pelo CM.














