As autoridades de segurança aérea dos EUA pediram à Boeing para apresentar novas análises e documentação que provem que vários subsistemas do 737 MAX não vão ser afetados por problemas elétricos identificados pela primeira vez em abril, confessaram duas fontes da Administração Biden à Reuters.
Esta nova diligência vem colocar em dúvida se a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) vai voltar a autorizar o avião mais vendido da Boeing a atravessar os céus.
No final da semana passada, a Boeing enviou várias recomendações às companhias aéreas com instruções acerca da forma como deve ser resolvida esta falha elétrica.
No início de abril, várias companhias aéreas arrumaram os seus aviões 737 MAX no hangar e a produção de novas unidades deste modelo foi interrompida, depois de a Boeing ter alertado que tinha detetado um problema elétrico neste modelo.
Esta é a segunda vez que os 737 MAX regressam ao hangar, após terem ficado parados durante quase dois anos, devido à suspensão da autorização concedida pela FAA em 2019, depois de dois acidentes com este modelo terem provocado 346 mortes.
A TAP não tem na sua frota nenhum Boeing 737 MAX, mas há duas companhias que operam em Portugal que possuem estas aeronaves, a Norwegian Air Shuttle e a Icelandair.














