A Iberia espera que o volume de tráfego aéreo mensal atinja 60% dos níveis de 2019 até julho, segundo a Reuters.
Numa altura em que as viagens começam a ser novamente mais frequentes com a melhoria da situação pandémica, a companhia já está a operar voos a 40% dos níveis de maio de 2019, devendo atingir 50% no próximo mês, de acordo com Maria Jesus Lopez Solas, Chief Customer Officer da Iberia.
O CEO da empresa, Javier Sanchez Prieto, defendeu que Espanha tem de se abrir ao resto do mundo, em especial à América Latina, depois de vários meses de restrições, antecipando que a decisão sobre a reabertura dessas rotas deverá ser anunciada nas próximas semanas.
“Existe uma enorme procura reprimida”, notou Lopez Solas em declarações aos jornalistas durante a feira de turismo, em Madrid, referido que a Iberia prevê retomar as rotas para 18 capitais latino-americanas já em junho.
A companhia espanhola perspetiva ainda aumentar o número de voos para a Ásia – tendo apenas 5% do total – de forma a alinhar a atividade do aeroporto de Barajas, em Madrid, com outros na Europa, que têm uma média de 20-25% de voos para a Ásia.
Também a TAP segue a tendência positiva das companhias aéreas europeias, tendo alcançado em maio 34% da capacidade que tinha antes da pandemia. A empresa espera subir para 49% em junho, de acordo com informação enviada esta quinta-feira à Executive Digest.
A retoma do tráfego aéreo da Easyjet é, por outro lado, mais suave; a companhia revelou que espera realizar apenas 15% dos voos que, por norma, costuma realizar no início da época alta, entre abril e junho, estando a planear aumentar a capacidade a meio do ano.














