As escolas portuguesas terão um reforço de mais dois mil funcionários, depois de o Governo autorizar a sua contratação no âmbito do diploma que regulamenta o novo Estado de Emergência, que irá vigorar entre 15 de fevereiro e 1 de março, avança o ‘Jornal de Notícias’ (JN).
Segundo a mesma publicação, este reforço terá como destino instituições primárias e do segundo e terceiro ciclos, que tenham pavilhões gimnodesportivos ou aulas de Educação Física em instalações fora dos estabelecimentos de ensino. Também se incluem «escolas de referência» e residências de estudantes.
A alteração, que consta de uma proposta de portaria a que o jornal teve acesso, tem como objetivo «transpor as decisões da Assembleia da República vertidas no texto final do Orçamento do Estado para 2021», permitindo assim a contratação de mais dois mil funcionários para as escolas, para além dos três mil que o Governo já tinha autorizado, segundo o Ministério da Educação, citado pelo ‘JN’.
Assim, adianta o jornal, as secretarias de agrupamento com até 300 alunos terão direito a mais um assistente administrativo. No caso do primeiro ciclo, será contratado um assistente operacional por cada grupo de 15 a 30 alunos, somando-se mais um trabalhador por «cada conjunto adicional de 1 a 44 crianças», segundo a proposta do Governo. Já as escolas do segundo e terceiro ciclos, poderão contar com mais um funcionário.
As «escolas de referência», que se dedicam ao ensino de alunos cegos e educação bilingue, vão poder contar com um «acréscimo de um assistente operacional por cada uma destas respostas educativas». Por último, também são incluídas as residências de estudantes, com direito a cinco assistentes operacionais por cada equipamento e um funcionário adicional por cada 30 residentes, refere o ‘JN’.














