FBI e Departamento de Justiça dos EUA juntam-se a investigação sobre “maior escândalo criptofinanceiro de 2020”

O fundador do MTI foi acusado de fraude pelas autoridades dos EUA e da África do Sul, depois de ter furtado vários utilizadores da plataforma. Steynberg prometia aos seus clientes um retorno de 0,5% a 1,5%, caso pagassem uma determinada quantia antecipadamente.

Fábio Carvalho da Silva

O Departamento de Justiça dos EUA e o FBI juntaram-se à investigação internacional contra a plataforma de transação de criptoativos e Forex, Mirror Tranding International (MTI), considerada pela imprensa norte-americana da especialidade como o “maior escândalo criptofinanceiro de 2020”.

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A ação foi inicialmente desencadeada na África do Sul, por  suspeitas de crime de “esquema em pirâmide”. A plataforma, com sede em Joanesburgo afirma ter 260.000 investidores em todo o mundo, com um valor agregado de 23.000 Bitcoins

Contactada pela imprensa, o plataforma explicou que já “teve reuniões com reguladores e agências internacionais, como o Federal Bureau of Investigation, depois de serem abordados por estas instituições”, disse o “O FBI juntou-se à Mirror Trading International de forma a proteger muitos dos seus clientes norte-americanos e sul-africanos.

Johann Steynberg, o individuo que fundou a MTI, foi acusado de fraude, pelas autoridades dos EUA e da África do Sul, depois de ter furtado vários utilizadores da plataforma. Steynberg prometia aos seus clientes um retorno de 0,5% a 1,5%, caso pagassem uma determinada quantia antecipadamente. Quando foi descoberto o ano passado, o executivo fugiu da África do Sul, estando neste momento.

A imprensa sul-africana afirma que possivelmente, o alegado criminosos, fugiu para o Brasil.

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Joanesburgo já garantiu que este tipo de crimes não volta a acontecer. “Estamos a tratar de criar uma estrutura regulatória apertada em matéria de criptoativos”, assegurou no final do ano passado, o banco central do país, num comunicado enviado à imprensa nacional.

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