O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, quer que o Governo autorize “as escolas das localidades com maior crescimento da pandemia a funcionar, provisoriamente, no regime misto que organizaram para o presente ano letivo”, de acordo com o jornal Público.
Os casos de covid-19 chegam a registar aumentos de 40% na região do Tâmega e Sousa, no Norte do país, que está neste momento “no olho do furacão”, aponta o presidente do ANDE.
Para a associação, a transição para o regime misto de aulas, isto é, online e presencial, deve ser feita “imediatamente” no Tâmega e Sousa e em todas as outras localidades “em que a pandemia se descontrolou”.
Em Paços de Ferreira, Lousada e Felgueiras já foi declarado o “dever de permanência no domicílio”.
A ANDE alerta ainda para “um possível colapso do controlo da pandemia, entre outras localidades do país, na região do Tâmega e Sousa [que tem o maior número de casos por 100 mil habitantes]”.
A Câmara de Matosinhos, no distrito do Porto, também já pediu ao Governo para fechar as escolas do 3.º ciclo e secundário. Esta medida é apoiada pela Proteção Civil municipal.














