Coreia do Sul e EUA realizam primeiros exercícios para integrar capacidades nucleares e convencionais

Tanto Seul como Washington realizaram estes exercícios para “responder melhor às ameaças nucleares norte-coreanas” e expandir a sua capacidade de dissuasão, de acordo com a agência de notícias sul-coreana ‘Yonhap’

Francisco Laranjeira

Os exércitos da Coreia do Sul e dos Estados Unidos concluíram esta quinta-feira três dias de exercícios militares que visaram integrar as forças convencionais sul-coreanas com capacidades nucleares americanas, naquelas que são as primeiras manobras deste tipo numa altura de máxima tensão na península coreana.

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Tanto Seul como Washington realizaram estes exercícios para “responder melhor às ameaças nucleares norte-coreanas” e expandir a sua capacidade de dissuasão, de acordo com a agência de notícias sul-coreana ‘Yonhap’. No entanto, os americanos já negaram que vão incorporar um cenário de ataque nuclear por parte de Pyongyang nos seus próximos grandes exercícios militares, previstos para o mês de agosto.

Nas últimas semanas, assistimos a um aumento nas tensões bilaterais, incluindo a troca de balões de propaganda e lixo: Seul retomou as transmissões de propaganda através de altifalantes ao longo da fronteira, retomadas a 9 de junho último pela primeira vez em seis anos, ao mesmo tempo que reiniciou as suas manobras de fogo real perto da fronteira comum.

As autoridades norte-coreanas também aumentaram os seus lançamentos de mísseis balísticos e outros projéteis, no que descreveram ser um alerta contra as ações de Seul e as suas manobras em conjunto com Washington.

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