Os exércitos da Coreia do Sul e dos Estados Unidos concluíram esta quinta-feira três dias de exercícios militares que visaram integrar as forças convencionais sul-coreanas com capacidades nucleares americanas, naquelas que são as primeiras manobras deste tipo numa altura de máxima tensão na península coreana.
Tanto Seul como Washington realizaram estes exercícios para “responder melhor às ameaças nucleares norte-coreanas” e expandir a sua capacidade de dissuasão, de acordo com a agência de notícias sul-coreana ‘Yonhap’. No entanto, os americanos já negaram que vão incorporar um cenário de ataque nuclear por parte de Pyongyang nos seus próximos grandes exercícios militares, previstos para o mês de agosto.
Nas últimas semanas, assistimos a um aumento nas tensões bilaterais, incluindo a troca de balões de propaganda e lixo: Seul retomou as transmissões de propaganda através de altifalantes ao longo da fronteira, retomadas a 9 de junho último pela primeira vez em seis anos, ao mesmo tempo que reiniciou as suas manobras de fogo real perto da fronteira comum.
As autoridades norte-coreanas também aumentaram os seus lançamentos de mísseis balísticos e outros projéteis, no que descreveram ser um alerta contra as ações de Seul e as suas manobras em conjunto com Washington.














