Comunidade escolar «entende» pausa da vacina da AstraZeneca. «Só nos resta esperar», diz ministro

O ministro da educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse esta terça-feira que a comunidade escolar entende esta avaliação que está a ser feita à vacina da AstraZeneca, e que obrigou à pausa temporária da sua aplicação, adiando assim a vacinação dos professores.

Simone Silva

O ministro da educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse esta terça-feira que a comunidade escolar entende esta avaliação que está a ser feita à vacina da AstraZeneca, e que obrigou à pausa temporária da sua aplicação, adiando assim a vacinação dos professores. Em declarações aos jornalistas numa escolas do Barreiro, o responsável falou sobre esta situação.

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«Ficou muito claro ontem em conferência de imprensa», começou por referir o responsável. «O que sabíamos é que no próximo fim de semana começavam a ser vacinados os professores e não docentes , mas ontem foi-nos dito que neste momento existe uma pausa, uma vez que a vacina da AstraZeneca não está a ser utilizada, e que faz com que o processo de vacinação dos professores tenha uma pausa durante este período».

Ainda assim o responsável fala num «entendimento» desta situação por parte de toda a comunidade escolar. «Toda a gente concorda que esta reavaliação se necessária é entendida e como tal só nos resta esperar pela avaliação das autoridades competentes, para ter certeza quanto à segurança e ao processo que queremos credível e fiável, para que possamos imunizar a nossa população».

Questionado sobre a possibilidade de ser utilizada uma outra vacina para a imunização dos professores e não docentes, Tiago Brandão Rodrigues sublinha que estas decisões cabem à task-force de vacinação. «Sabíamos que havia uma janela de oportunidade, quando os docentes foram incluídos no primeiro grupo de vacinação, mas quem tem que definir as prioridades nas vacinas é a task-force e aí o ministério da educação não se vai substituir a essa calendarização e priorização».

Assim, o ministro pede à comunidade educativa que «não baixem os braços», continuando a cumprir com todas as regras, a par de uma testagem mais exigente. «Grande parte das crianças está a regressar às escolas neste primeiro passo do desconfinamento, o que indicia que há confiança por parte dos país e encarregados de educação», referiu.

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