A cerificação energética já mudou. Eis o que deve ficar a saber

A nomenclatura e as cores mantém-se, já o sinal “+” desaparece.

Fábio Carvalho da Silva

Para que os consumidores possam escolher o eletrodoméstico mais adequado às suas necessidades e ao seu bolso, foi criada a etiqueta energética que certifica os consumos de energia de qualquer aparelho.

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Porém, muitas vezes acusada de complexa leitura e perceção, a velha etiqueta passou desde o dia 1 de março a ter um aspeto diferente, mais amigo do consumidor e a ser de presença obrigatória em 15 categorias de produtos, como explica o Doutor Finanças.

O que muda?

A escala de classe da eficiência energética mantém a nomenclatura de A a G, mas desta vez sem a colocação dos sinal + como existia até agora, a escala de cores também se mantem inalterada.

As novas etiquetas energéticas vão ainda incluir um código QR para permitir ao consumidor aceder mais facilmente aos dados e características do eletrodoméstico adquirido. O consumo de energia passa a ser descrito em KWh/ano, KWh por cada mil horas ou então sob a designação de KWh por cada 100 ciclos, como refere o Doutor Finanças.

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A classe “A” vai deixar de ser atribuída até que haja eletrodomésticos com uma eficiência energética superior aos que até então tinham esta classificação.

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