Para que os consumidores possam escolher o eletrodoméstico mais adequado às suas necessidades e ao seu bolso, foi criada a etiqueta energética que certifica os consumos de energia de qualquer aparelho.
Porém, muitas vezes acusada de complexa leitura e perceção, a velha etiqueta passou desde o dia 1 de março a ter um aspeto diferente, mais amigo do consumidor e a ser de presença obrigatória em 15 categorias de produtos, como explica o Doutor Finanças.
O que muda?
A escala de classe da eficiência energética mantém a nomenclatura de A a G, mas desta vez sem a colocação dos sinal + como existia até agora, a escala de cores também se mantem inalterada.
As novas etiquetas energéticas vão ainda incluir um código QR para permitir ao consumidor aceder mais facilmente aos dados e características do eletrodoméstico adquirido. O consumo de energia passa a ser descrito em KWh/ano, KWh por cada mil horas ou então sob a designação de KWh por cada 100 ciclos, como refere o Doutor Finanças.
A classe “A” vai deixar de ser atribuída até que haja eletrodomésticos com uma eficiência energética superior aos que até então tinham esta classificação.














