Países promovem teletrabalho com facilidades e impostos para nómadas digitais

Porém, os chamados “nómadas digitais” devem igualmente cumprir as suas obrigações fiscais.

Inês Amado

A pandemia provocou profundas alterações no mundo laboral, com muitas empresas a optarem por manter o regime de teletrabalho ou a adotar um regime híbrido em permanência.

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A possibilidade de trabalhar a distância instigou muitos profissionais a procurarem novos destinos onde pudessem realizar o seu trabalho, o que tem motivado cada vez mais países a lançarem programas para atrair esses trabalhadores.

Porém, os chamados “nómadas digitais” devem igualmente cumprir as suas obrigações fiscais.

Em Espanha, o projeto da chamada ‘Lei das Startups’ prevê a criação de um visto para este tipo de profissionais.

Países como Bahamas, Estónia ou Croácia, destinos desejáveis pela sua qualidade de vida, anunciaram estes programas há vários meses.

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A título de exemplo, os Barbados lançaram o programa “Welcome Stamp” no verão passado, que permite a estadia de até 12 meses para quem estiver em teletrabalho.

As Bahamas também lançaram o Extended Access Travel Stay, uma nova autorização de residência de 12 meses, chamada BEATS, que permite que trabalhadores e estudantes remotos vivam e viajem entre 16 ilhas diferentes nas Bahamas, incluindo Andros, Exumas , Eleuthera e Paradise Island.

As Bermudas também lançaram em agosto o formulário de Certificado de Residência de um ano para trabalhar a partir daí, tendo a Estónia e a República da Geórgia igualmente criado vistos para teletrabalhadores.

 

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