Trump adiciona Xiaomi à ‘lista negra’ dos Estados Unidos

As empresa está sujeita a uma nova proibição de investimento nos EUA, o que obriga os investidores americanos a retirarem as suas participações até 11 de novembro. 

Mara Tribuna

A administração Trump acrescentou, esta quinta-feira, nove empresas chinesas a uma ‘lista negra’ de proibições comerciais do Pentágono e do Departamento da Defesa dos Estados Unidos, incluindo o fabricante de telemóveis Xiaomi, avança a agência Reuters.

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As empresas serão sujeitas a uma nova proibição de investimento nos EUA, o que obriga os investidores americanos a retirarem as suas participações nas empresas que estão na ‘lista negra’ até 11 de novembro.

Esta lista, em expansão, faz parte de uma ordem do Presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump, para “cimentar” o seu legado de resistência na China, nos últimos dias que lhe restam de mandato.

Agora, a Xiaomi é considerada uma “empresa militar chinesa”, tendo sido adicionada à lista por alegadas ligações militares. A Xiaomi ultrapassou a Apple em 2020 e é agora a terceira empresa com maior volume de telemóveis vendidos, logo atrás da Samsung e da Huawei.

Em novembro, Donald Trump procurou dar força legislativa ao assinar uma ordem executiva que proibia o investimento, nos Estados Unidos, as empresas incluídas na ‘lista negra’.

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