A Riopele passou a integrar o Pacto para a Bioeconomia no Setor Têxtil, tornando-se uma das entidades signatárias da iniciativa que pretende acelerar a transição da indústria para um modelo económico mais circular, regenerativo e inclusivo.
O pacto foi criado no âmbito do projeto be@t – Bioeconomia para o Setor Têxtil e está alinhado com as orientações da União Europeia que identificam a bioeconomia como um dos pilares da descarbonização e do reforço da competitividade industrial. A iniciativa reúne empresas, associações e outras entidades do setor em torno de objetivos comuns a concretizar até 2030.
Entre as metas definidas encontram-se o aumento da circularidade dos materiais, a redução do consumo de água, a melhoria da eficiência energética, o desenvolvimento de produtos e processos com menor impacto ambiental, bem como o reforço da qualificação e do bem-estar dos trabalhadores. O objetivo é promover cadeias de valor mais responsáveis, transparentes e resilientes.
Para a Riopele, a adesão representa mais um passo na estratégia de sustentabilidade da empresa. “A Riopele está de olhos postos no futuro e com metas estabelecidas já para o próximo ano, em que celebra o seu centenário. Como líderes na indústria têxtil, reforçamos o nosso compromisso de cooperar e apoiar a transição do setor, juntando-nos aos esforços coletivos e à mobilização de toda a indústria”, afirma Isabel Domingues, diretora de Sustentabilidade da empresa.
O Pacto para a Bioeconomia no Setor Têxtil é promovido pelo CITEVE, em articulação com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e com as principais associações representativas da indústria, entre as quais a ANIVEC/APIV, a ATP, a ANIT-LAR e a ANIL.














