O ouro segue em queda esta sexta-feira, com os preços a caminho de registarem a pior semana em quase quatro meses, numa altura em que a procura por ativos seguros está a abrandar depois da Rússia ter invadido a Ucrânia.
Há momentos, os futuros do ativo recuavam 0,2% para 1.939,75 dólares por onça. Já o dólar seguia a registar ganhos tanto contra o euro como contra a libra.
“Estes dois (ouro e dólar) são mercados muito voláteis, que conduzem os mercados, portanto podemos ver muita mais movimentação durante o dia em ambas a direções”, disse Craig Erlam, analista da OANDA em declarações à ‘Reuters’, acrescentando ainda que a responsabilidade pela queda do ouro é dos progressos das negociações entre a Rússia e a Ucrânia.
O analista acrescenta ainda que o ouro vai continuar suportado e que deve continuar a ser comprado em situações de queda, pois a procura por ativos seguros continua elevada.
Recorde que, no início de março, o ouro tinha ultrapassado os 2.000 dólares por onça, um valor próximo dos máximos históricos atingidos em agosto de 2020 de 2.063 dólares.
Na altura, a subida acontecia enquanto as bolsas de todo o mundo recuavam devido ao aumento das tensões entre a Rússia e a Ucrânia e à subida dos preços da energia, onde os investidores optaram por fugir para ativos seguros, como o ouro.














