
Depois de ter apresentado o protótipo e-tron quattro, um SUV elétrico que poderá ditar o futuro da Audi, a marca alemã enfrenta agora o desafio de o tornar um modelo de produção cujo desenvolvimento seja viável a nível monetário.
A nova geração de materiais de baixo peso continua demasiado cara para a produção em massa, segundo um engenheiro da Audi, em declarações ao site britânico Autocar. A grande batalha para o fabricante de Ingolstadt é criar um SUV que tenha uma autonomia de cerca de 480 km mas que ao mesmo tempo apresente um baixo peso de forma a melhorar a sua performance e aerodinâmica, tudo isto por um preço que os consumidores estejam dispostos a pagar.
A questão passa pelo peso das baterias, que quanto mais energia armazenam mais pesadas são, sendo por isso que os engenheiros da Audi terão de cortar no peso de outros componentes.
“Por exemplo, se tivermos uma carroçaria com vários materiais – como o aço, por exemplo, em combinação como o alumínio e a fibra de carbono – podemos ligá-los, rebitá-los ou soldá-los. Depois disso, há o processo de pintura e anti-corrosão – tudo isto feito a altas temperaturas, levando os materiais a trabalhar contra eles próprios. Precisamos de muito conhecimento para o fazermos e isso também tem custos”, explica o mesmo engenharia que permanece anónimo, que descreve os processos necessários para conseguir um SUV mais leve.
Audi e a batalha por um SUV elétrico mais leve
Depois de ter apresentado o protótipo e-tron quattro, um SUV elétrico que poderá ditar o futuro da Audi, a marca alemã enfrenta agora o desafio de o tornar um modelo de produção cujo desenvolvimento seja viável a nível monetário. A nova geração de materiais de baixo peso continua demasiado cara para a produção em massa, segundo um engenheiro da Audi, em declarações ao site britânico Autocar. A grande batalha para o fabricante de Ingolstadt é criar um SUV que tenha uma autonomia de cerca de 480 km mas que ao mesmo tempo apresente um baixo peso de forma a melhorar a sua performance e aerodinâmica, tudo isto por um preço que os consumidores estejam dispostos a pagar. A questão passa pelo peso das baterias, que quanto mais energia armazenam mais pesadas são, sendo por isso que os engenheiros da Audi terão de cortar no peso de outros componentes. “Por exemplo, se tivermos uma carroçaria com vários materiais – como o aço, por exemplo, em combinação como o alumínio e a fibra de carbono – podemos ligá-los, rebitá-los ou soldá-los. Depois disso, há o processo de pintura e anti-corrosão – tudo isto feito a altas temperaturas, levando os materiais a trabalhar…
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