Os 22 migrantes marroquinos, entre os 18 e os 28 anos, que desembarcaram ilegalmente na praia de Vale do Lobo, na segunda-feira, não fizeram qualquer pedido de asilo ao Governo, ao que o “Correio da Manhã” (CM) apurou.
Os homens foram ontem ouvidos por um juiz, no Tribunal de Loulé, para lhes serem «instaurados processos de afastamento coercivo por permanência irregular no território nacional», revelou o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, citado pelo “CM”.
Para já, segundo o jornal, está previsto que sigam para um dos quatro centros de instalação temporária criados especificamente para receber pessoas nestas circunstâncias e onde podem ficar, no máximo, até dois meses. Existe um em Faro, um em Lisboa e dois no Porto.
No entanto, quando os processos estarem concluídos, vão ser obrigados a abandonar o país, revela o “CM”.














