O BPI alcançou um resultado consolidado de 524 milhões de euros no exercício de 2023, o que representa uma subida de 42% face aos 369 milhões de euros registados no ano anterior.
De acordo com o reportado pelo banco, a atividade em Portugal contribuiu com 444 milhões de euros, tendo registado, em 2023, um crescimento homólogo de 3% no crédito, enquanto os recursos de clientes diminuíram 3%. Os proveitos da atividade comercial cresceram 43% o que, a par com um aumento de 11% dos custos e um custo do risco de 0.16%, se traduziu numa melhoria da rentabilidade dos capitais próprios tangíveis recorrentes em Portugal para 16%.
Segundo a apresentação de resultados, a margem financeira (a diferença entre juros cobrados no crédito e juros cobrados nos depósitos) cresceu 72% para 943 milhões de euros.
“O BPI concluiu o exercício de 2023 com uma evolução muito positiva. O Banco registou um resultado de grande qualidade, com mais atividade comercial e ganhos de eficiência significativos. Somos atualmente o Banco líder na produção de crédito à habitação e continuamos a ganhar quota de mercado no financiamento às empresas, enquanto o risco de crédito mantém-se em mínimos históricos. Em 2023, registámos um volume de negócios sustentável de 1,9 mil milhões de euros, nomeadamente, em operações de financiamento verde, mas também no apoio à eficiência energética no mercado de habitação ou no financiamento à construção de habitação social, entre outros”, refere João Pedro Oliveira e Costa, Presidente Executivo do BPI.
O executivo acrescentou ainda que “o Banco reforçou o seu compromisso com a sociedade, apoiando os Clientes afetados pela normalização das taxas de juro e a população em situação mais vulnerável. Nesse contexto cabe-me destacar o esforço extraordinário dos voluntários do BPI e os inúmeros programas de ação social, educativa e de investigação realizados pelo Banco em conjunto com a Fundação “la Caixa”. Em 2023, foram quase 50 milhões de euros investidos no progresso social do país”.














