A escassez global de semicondutores no decorrer da crise pandémica pode ser a grande oportunidade para a GlobalFoundries, uma fabricante norte-americana de chips “esquecida”, para a qual todas as atenções do setor estão agora voltadas, segundo o ‘El Economista’.
Apesar de os semicondutores da empresa estarem mais “desatualizados” em comparação com os produzidos por grandes empresas, a utilização dos mesmos numa infinidade de dispositivos ainda é uma opção, pelo que a empresa deverá vir a ter um papel fundamental para o desbloqueio da crise global.
O CEO da empresa, Tom Caulfield, afirmou que prefere ver os seus semicondutores descritos como “ricos em recursos” precisamente por causa de sua ampla gama de usos, e não como desatualizados.
Os grandes rivais Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC), Samsung e Intel lutam para fabricar chips cada vez mais avançados.
Embora os três maiores produtores globais, liderados pela TSMC, obtenham grande parte do crédito por se destacarem no fabrico de chips cada vez mais avançados, a maioria dos semicondutores não precisa de ser a mais avançada, como refere o jornal espanhol.
Os chips usados para comunicações de rádio, para controlar ecrãs, para regular a energia ou para acionar pequenos motores funcionam com a tecnologia anunciada há uma década.














