A experiência começou ao final da tarde de 2 de Julho com um exclusivo Welcome Cocktail by RFM, que reuniu jogadores, parceiros, patrocinadores e convidados no Clubhouse do Praia d’El Rey. Num cenário privilegiado sobre o Atlântico, a actuação do DJ Pedro Simões, acompanhada por um pôr do sol absolutamente memorável, criou o ambiente perfeito para dar início ao momento mais aguardado da temporada. Entre reencontros, novas relações e a partilha de experiências entre empresários de todo o País, ficou desde logo evidente que o World Corporate Golf Challenge (WCGC) é muito mais do que uma competição de golfe: é uma plataforma única de relacionamento empresarial. No dia seguinte, o desafiante percurso do Praia d’El Rey Golf Course colocou à prova os finalistas num dia marcado por temperaturas elevadas e condições particularmente exigentes. O equilíbrio foi uma constante e a decisão do título nacional acabou equilíbrio foi uma constante e a decisão do título nacional acabou por acontecer apenas depois de um emocionante play-off entre duas equipas que terminaram empatadas com 45 pontos, demonstrando o elevado nível competitivo desta edição.
No final, foi a equipa Bluetriumph, composta por João Paulo Pingo e Luís do Pão, quem conquistou o título nacional e o direito de representar Portugal na Final Mundial do WCGC, que terá lugar em Outubro, em Pequim, China. O segundo lugar foi para a Simetrifloor, de Pedro Araújo e Lourenço Themudo, também com 45 pontos, enquanto a Iconiq Fleet, representada por Manuel Mariano de Carvalho e Tiago Costa, completou o pódio com 42 pontos.
Ainda a saborear a conquista, os novos campeões nacionais recordavam o percurso iniciado dias antes, na última etapa do circuito: «Tudo começou aí e foi uma etapa espectacular. Chegar agora ao Praia d’El Rey e conquistar esta vitória foi a cereja no topo do bolo. Foi um torneio muito disputado, com excelentes adversários no play-off. Só temos de dar os parabéns a toda a organização, porque foi um dia verdadeiramente emocionante.» O pensamento segue agora directamente para a China. «Representar Portugal numa Final Mundial já é uma enorme honra. Vamos encontrar equipas de todo o mundo e jogadores de grande qualidade, mas vamos com alma, coração e a garra dos portugueses para tentar conseguir um grande resultado.»
Para a AUDI, naming partner da competição, esta edição voltou a confirmar a dimensão internacional do projecto. Alexandre Pina destacou o orgulho em acompanhar o percurso da equipa que irá representar Portugal: «Para a AUDI é acima de tudo um orgulho fazer parte de um torneio que envolve tantos países e poder contribuir para que a dupla portuguesa chegue à China preparada para mostrar a sua qualidade. O balanço não podia ser melhor. Tivemos uma final decidida até à última tacada, num enquadramento extraordinário como este que encontramos em Óbidos, com excelentes condições e uma organização irrepreensível.»
Outro dos momentos altos da Final Nacional aconteceu no buraco 14, onde o profissional espanhol Ivan Ballesteros voltou a desafiar os participantes para o já tradicional Beat the Pro. DefenDefensor assumido do golfe como ferramenta de desenvolvimento de relações empresariais, explicou porque continua a acreditar que nenhum outro contexto aproxima tanto as pessoas: «Num campo de golfe conhecemos verdadeiramente quem joga connosco. Numa sala de reuniões existe sempre uma maior formalidade; aqui tudo acontece de forma natural. Descobrimos quem é mais competitivo, quem é mais descontraído e isso cria relações de confiança muito fortes.» Aos representantes portugueses deixou também uma mensagem de incentivo: «O mais importante é desfrutarem da experiência. Claro que todos querem alcançar um grande resultado, mas participar numa Final Mundial em Pequim já é, por si só, algo extraordinário. Aproveitem cada momento e joguem o melhor que puderem.»
Também as Executive Partners do WCGC Portugal, Ana Massapina e Estela Sargento, fizeram um balanço extremamente positivo da temporada e da Final Nacional: «Foi uma jornada muito intensa desde o primeiro torneio até chegarmos aqui. Também hoje tivemos um dia particularmente exigente, com muito calor e condições difíceis para jogar. Ainda assim, duas equipas terminaram empatadas e obrigaram a um play-off, o que demonstra a enorme qualidade desta final.»
A escolha de Óbidos voltou igualmente a merecer destaque. «O Praia d’El Rey Marriott Golf & Beach Resort e o Praia d’El Rey Golf Course são o complemento perfeito. Temos um hotel de excelência, um campo tecnicamente extraordinário, equipas altamente profissionais e infra-estruturas de enorme qualidade. Mas Óbidos é muito mais do que golfe. É um destino que reúne património, cultura, gastronomia, praias e festivais únicos. Enquanto produto turístico, oferece tudo aquilo que um grande evento internacional procura, sendo um local perfeito para receber uma Final Nacional e, quem sabe, no futuro, até uma Final Mundial.» Terminada mais uma edição do WCGC Portugal , todas as atenções estão agora voltadas para Pequim, onde João Paulo Pingo e Luís do Pão terão a missão de representar Portugal entre as melhores equipas empresariais do mundo. O objectivo é claro: voltar a colocar Portugal entre os protagonistas do golfe corporativo internacional e lutar por um novo título mundial.
Este artigo faz parte da edição de Agosto (n.º 245) da Executive Digest.














