O exército russo e as forças pró-russas lançaram uma ofensiva contra a siderurgia de Azovstal, último reduto da resistência ucraniana na cidade de Mariupol, de onde foram evacuados centenas de civis nos últimos dias graças a um cessar-fogo. “As unidades do exército russo e da República Popular de Donetsk, utilizando artilharia e fogo aéreo, começaram a destruir as posições de tiro dos combatentes ucranianos” segundo garantiu o Ministério da Defesa, citado por agências russas.
Another Video of current Situation at #Azovsteel #AzovstaI in #Mariupol. #Russia started to storm the territory. We pray for all #Ukrainians ! 🙏 pic.twitter.com/8Rkmr6OKkj
— Konja Tschanz (@ticcitacca) May 3, 2022
A Rússia garantiu que o ataque ocorreu depois de os soldados ucranianos que ainda resistiam na siderurgia terem aproveitado o cessar-fogo para assumir posições de tiro. “Foi declarado um cessar-fogo, os civis tiveram de ser evacuados da Azovstal. O batalhão Azov e os militares ucranianos, que estão estacionados na central, tiraram vantagem disso. Saíram dos túneis e assumiram posições de tiro num prédio da fábrica”, garantiu a agência de notícias RIA.
“Fomos bombardeados a noite toda… duas mulheres foram mortas e agora há um ataque a Azovstal”, apontou Sviatoslav Palamar, vice-comandante do batalhão Azov, ao site de notícias ‘Ukraïnska Pravda’, que pediu ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que tome “decisões fortes porque a situação é muito difícil”.
De acordo com Kiev, mais de 100 civis foram evacuados no fim de semana da fábrica de Azovstal, o último reduto ucraniano em Mariupol, onde soldados e civis permanecem abrigados num labirinto de túneis subterrâneos.














