A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa ligeira, com a Galp a cair 1,55% para 19,39 euros.
Cerca das 09:25 em Lisboa, o PSI recuava 0,08% para 9.110,06 pontos, com seis empresas a descer, nove a subir e uma a manter a cotação (Corticeira Amorim em 6,62 euro).
Às ações da Galp seguiam-se as da Semapa, EDP e EDP Renováveis, que desvalorizavam 0,50% para 20 euros, 0,49% para 4,45 euros e 0,45% para 13,39 euros.
A REN e os CTT baixavam 0,29% para 3,44 euros e 0,16% para 6,15 euros.
Em sentido contrário, a Altri, Jerónimo Martins e Mota-Engil avançavam 0,84% para 4,78 euros, 0,81% para 17,50 euros e 0,65% para 4,66 euros.
Mais moderadamente, a Navigator, Ibersol e Teixeira Duarte subiam 0,67% para 3,28 euros, 0,62% para 9,67 euros e 0,51% para 0,49 euros.
As outras empresas em alta eram a Sonae (0,23% para 2,05 euros), BCP (0,23% para 1,07 euros) e a NOS (0,12% para 4,84 euros).
Na Europa, as principais bolsas abriram hoje a primeira sessão de agosto em alta, animadas com as menores tensões entre Washington e Teerão, que poderiam retomar hoje as negociações de paz, enquanto o preço do Brent cerca de 7%.
O euro estava estabilizado, a desvalorizar-se 0,02% face ao dólar e a ser trocado a 1,1525 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.
Depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter assegurado que as negociações com o Irão serão retomadas hoje e que cancelou um “ataque massivo” iminente ao país, porque quer chegar a um acordo que ponha fim ao conflito, o preço do contrato genérico de petróleo Brent, de referência na Europa, baixa 6,88% para 83,92 dólares.
Para a queda do petróleo também contribuiu a decisão deste domingo da aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, de manter pelo sexto mês consecutivo a estratégia de elevar a oferta de petróleo, colocando a partir de setembro 188.000 barris adicionais no mercado, um aumento limitado pela atual dificuldade de movimentar o petróleo devido à guerra no Médio Oriente.
Em Nova Iorque, o Dow Jones e o Nasdaq fecharam com subidas de 0,53% e de 1% na sexta-feira, enquanto os futuros registam subidas de 0,51% para o primeiro e de 0,71% para o tecnológico.
Na Ásia, hoje foi anunciado que o Japão e os Estados Unidos realizarão uma intervenção conjunta para conter a queda do iene, que estava em mínimos de quase 40 anos antes da primeira ação deste tipo desde 1998.














