O primeiro-ministro afirmou hoje que a Comissão Executiva da TAP tem o dever legal de «gestão prudente» e «não tem credibilidade» um plano de rotas sem prévia informação sobre a estratégia de reabertura de fronteiras de Portugal.
Estas posições foram transmitidas por António Costa à agência “Lusa”, em reacção ao anúncio feito pela Comissão Executiva da TAP sobre o plano de retoma de rotas a partir de Junho.
António Costa começou por frisar que «a gestão das fronteiras é responsabilidade soberana do Estado português» e que a presente pandemia de Covid-19 «exigiu e exige por tempo ainda indeterminado a imposição de restrições na circulação nas fronteiras terrestre, marítima e aérea».













