O futuro da Fórmula 1 (F1) está no depósito. Para Nico Rosberg, o antigo campeão mundial da competição, os próximos tempos serão alimentados por combustíveis sintéticos.
Em entrevista à CNBC, o campeão mundial chegou mesmo a afirmar que este tipo de combustível será “a ponte para a mobilidade elétrica”.
Para o vencedor do troféu mundial em 2016, “vão ser necessárias décadas” até que a mobilidade elétrica beije as estradas das economias em desenvolvimento.
Assim, “se conseguíssemos criar uma ponte com os combustíveis sintéticos, este gesto poderia ter um impacto global”, disse ele. “E se a Fórmula 1 pode desempenhar um papel nesta mudança, ficarei muito, muito orgulhoso”, rematou o atleta.
Os comentários de Rosberg sobre combustíveis sintéticos surgem depois que de a gestão da F1 ter anunciado um plano para “desenvolver um combustível 100% sustentável”.
Através de um comunicado publicado no início de outubro, a administração da competição esclareceu que este combustível, sublinhe-se, criado em laboratório, recorreria a “componentes provenientes de um sistema de captura de carbono, resíduos urbanos e biomassa não alimentar”.
Segundo as contas da organização, esta inovação pouparia 65% em emissões de gases de efeito estufa.














