A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com 13 das 16 empresas a descer de cotação, lideradas pela EDP Renováveis e EDP, que perdiam 1,64% para 13,20 euros e 1,41% para 4,46 euros.
Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI baixava 0,73% para 9.157,21 pontos, com 13 empresas a descer, duas a subir (Jerónimo Martins, 0,40% para 13,20 euros, e Corticeira Amorim, 0,15% para 6,67 euros) e uma a manter a cotação (Semapa em 20,20 euros).
Às ações da ‘família’ EDP seguiam-se as da REN e Sonae, que cediam ambas 0,98% para 3,52 euros e para 2,03 euros, bem como a Ibersol que descia 0,92% para 9,69 euros.
O BCP e a NOS recuavam 0,77% para 1,09 euros e 0,73% para 4,86 euros.
A Teixeira Duarte, Galp e Mota-Engil também baixavam, designadamente 0,61% para 0,49 euros, 0,58% para 19,81 euros e 0,44% para 4,52 euros.
As outras três empresas que se desvalorizavam eram os CTT (-0,40 para 6,26 euros), Altri (0,21% para 4,74 euros) e a Navigator (0,12% para 3,26 euros).
As bolsas europeias seguem hoje tendência positiva, apesar do novo aumento do preço do petróleo, depois de Teerão ter anunciado planos para reabrir o estreito de Ormuz, que incluem a cobrança de “taxas de trânsito”.
O euro estava estabilizado, a desvalorizar 0,03% face ao dólar e a ser trocado a 1,1521 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.
O preço do contrato genérico de petróleo Brent, de referência na Europa, avança 0,92% para 83,25 dólares.
Segundo a agência Fars, o Irão prevê controlar a entrada dos barcos no golfo Pérsico e a saída, juntamente com Omã e ambos países cobrarão “taxas de trânsito” no estreito de Ormuz.
Do outro lado do Atlântico, os futuros do Dow Jones e do Nasdaq estão mistos com o primeiro a descer 0,07% e o segundo a subir 0,33%.
Hoje, o mercado espera conhecer o relatório oficial de emprego de julho dos Estados Unidos que, segundo especialistas da Renta4 citados pela Efe, será “fundamental para calibrar os próximos passos da Reserva Federal dos EUA (Fed)”.














