O projeto é uma proposta da empresa alemã BayWa e consiste em instalar ao largo de Viana do Castelo, no mar, um parque eólico de até 600 megawatts (MW), com um investimento que pode chegar 2 mil milhões de euros. Porém, o Estado parece não estar a facilitar a burocracia e o projeto pode deixar de existir.
A notícia é avançada pelo jornal ‘Expresso’, que cita a empresa responsável, referindo que os direitos exclusivos dos terrenos onde querem implementar o parque era suposto já terem sido concedidos pelo Estado, apesar de terem esperança que ainda sejam durante o primeiro trimestre de 2023.
Este domingo, o ‘Jornal de Negócios’ avançou que na avaliação da Secretaria de Estado do Mar o projeto da BayWa “não é viável”, já que a área pretendida pela empresa está reservada ao desenvolvimento de projetos pré-comerciais e não 30 torres em plataformas flutuantes. No entanto, a BayWa, informou o ‘Expresso’ que entende que o seu projeto apenas faz sentido na área para a qual a empresa já pediu um título de utilização do espaço tendo em conta várias características positivas daquele território marítimo.
O pedido de concessão dos terrenos já foi feito em junho 2021 e colocado em consulta pública em fevereiro de 2022, estando desde setembro a empresa a aguardar a avaliação de um título de utilização do espaço marítimo.
Investimento de 10 milhões em nova fase de parque em Viana do Castelo cria 70 empregos
Continue a ler após a publicidade














