De acordo a REDUNIQ, em 2021 assistiu-se a um crescimento acumulado de faturação proveniente de cartões de 22% face ao ano anterior e de 2% face ao período pré-pandemia, tendo a faturação contactless em 2021 disparado 126%.
A acquirer portuguesa afirma assim ter atingido o “melhor ano de sempre da sua atividade”, tendo registado transações na sua rede num total de 20,4 mil milhões de euros.
“A adesão à REDUNIQ teve dois anos históricos em 2020 e 2021, havendo claramente um “abandono” do dinheiro em face aos meios de pagamento, sejam eles cartões, wallets ou e-commerce”, explicou Tiago Oom, Diretor da REDUNIQ.
Relativamente aos dados de faturação de cartões, a REDUNIQ explica que a faturação estrangeira caiu face ao período pré-pandemia, no entanto a faturação proveniente de cartões nacionais recuperou mais rapidamente, fruto do levantar de restrições impostas pela pandemia e pelo recuperar da atividade turística em território nacional.
No que respeita à faturação estrangeira nos negócios, todos os setores atingiram um crescimento de 175% face a 2020 e de 15% face ao período pré-pandémico em 2019.
“Dois anos após o início da pandemia, assistimos a uma mudança significativa do perfil de consumo dos portugueses. Como os números indicam, a pandemia acelerou a transição digital dos pagamentos – até 2020 a adesão a pagamentos feitos em contactless era residual – e mesmo o e-commerce era pouco expressivo. Hoje conseguimos constatar que o comportamento do consumidor mudou e este tornou-se muito mais tecnológico e preparado para aceitar quaisquer formas de pagamento disruptivas”, explica Tiago Oom.
O diretor da REDUNIQ explicou ainda que, do lado dos negócios, se assiste a uma grande adesão e reforço nessa digitalização de pagamentos.
Os setores de atividade mais representativos relativamente à faturação foram a Hotelaria e Atividades Turísticas, Moda, Perfumarias e Restauração, que foram recuperando a sua “normal” ou mesmo superior faturação. Se analisarmos os homólogos, ou seja, 2020 e 2021, o destaque vai para as categorias de Saúde (+71%), Hotelaria e Atividades Turísticas (+61%), Restauração (+59%), e Farmácias (+48%).














