Mesmo com o país em pleno confinamento devido à pandemia da Covid-19, são cada vez mais os jovens que arrendam casas de norte a sul do país para realizar festas privadas ilegais, com as autoridades a identificar, sobretudo ao fim de semana, um número crescente de situações desse tipo, avança o ‘Correio da Manhã’ (CM).
Segundo a mesma publicação, têm sido várias as festas ilegais detetadas pelas autoridades policiais portuguesas, que identificam os jovens e multam-nos num mínimo de 200 euros, uma vez que estas situações constituem uma violação das regras do estado de emergência.
O exemplo mais recente é o de uma festa com cerca de 50 pessoas, entre os 19 e os 45 anos, em Cerro de Alfeizerão, Loulé, no Algarve. A GNR recebeu o alerta devido ao ruído excessivo que faziam e depois de se deslocar ao local, ordenou de imediato o encerramento da festa e a saída dos indivíduos, tendo levantado também autos de contraordenação.
Mas este não é caso único, também em Cascais a PSP detetou um evento desse tipo, numa casa arrendada para o efeito, com as autoridades a serem chamadas ao local devido mais uma vez ao barulho que faziam. Do sucedido resultou a identificação dos indivíduos e a aplicação de 18 coimas.
Um outro caso diz respeito à região de Marinhais, em Salvaterra de Magos, onde a GNR acabou com mais uma festa ilegal com cerca de 20 pessoas entre os 21 e os 30 anos, segundo o jornal. O evento aconteceu também numa casa arrendada com esse objetivo e foi mais uma vez denunciado pelo ruído.














