Ucrânia: Zelensky diz que ataque à Catedral é “um dos crimes mais graves”

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, considerou hoje que o ataque à Catedral da Dormição em Kiev constitui “um dos crimes mais graves cometidos pela Rússia contra a cultura cristã até à data”.

Executive Digest com Lusa

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, considerou hoje que o ataque à Catedral da Dormição em Kiev constitui “um dos crimes mais graves cometidos pela Rússia contra a cultura cristã até à data”.


O Presidente ucraniano denunciou hoje o ataque lançado pelo exército russo contra a capital ucraniana, Kiev, e outros locais do país, entre os quais a Catedral da Dormição, localizada no Mosteiro das Grutas de Kiev (Kyiv Pechersk Lavra), que sofreu um incêndio em consequência do ataque.


“É uma igreja cuja história remonta ao século XI”, recordou, acrescentando que as equipas do Serviço de Emergência do Estado conseguiram extinguir as chamas no telhado do complexo.


Já o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andriy Sibiga, realçou que o Presidente russo, Vladimir Putin, “gravou para sempre o seu nome na lista dos piores bárbaros da história” com o ataque ao Mosteiro das Grutas de Kiev (Kyiv Pechersk Lavra), “um dos locais mais sagrados da cristandade”.


“Ele deveria ser amaldiçoado durante séculos e vai perder esta guerra”, comentou.

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Zelenskyy indicou também numa mensagem publicada nas redes sociais que “os russos lançaram mais de 60 mísseis contra a capital”, de um total de 70 lançados contra o território ucraniano, que causaram quatro mortos em Kiev e outros cinco em Kharkiv.


“Os meus sentimentos às famílias e entes queridos”, declarou numa mensagem publicada nas redes sociais.


O Presidente ucraniano denunciou ainda que “os russos realizaram um ataque múltiplo contra equipas de resgate em Kharkiv enquanto estas combatiam um incêndio provocado por um bombardeamento anterior a uma instalação industrial”, incidente que resultou em mais cinco mortos e nove feridos.

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“Em Dnipro, a Rússia atacou as instalações de uma estação ferroviária, uma universidade e várias empresas”, acrescentou.


“É assim que a Rússia demonstra ao mundo a sua intenção de continuar a guerra. É crucial que os países do G7, reunidos para a sua cimeira, respondam com força e decisão: aumentando a pressão sobre o agressor e reforçando o apoio à defesa aérea da Ucrânia, especialmente as suas capacidades antimíssil balístico”, concluiu Zelensky.

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