Rui Pinto diz que aproximação da Doyen tinha como meta espionar a FPF

O hacker português, Rui Pinto, acusou o CEO da Doyen, Nélio Lucas, de o ter elogiado propositadamente com o objectivo de «conseguir obter informação da Federação Portuguesa de Futebol (FPF)».

Revista de Imprensa

O hacker português, Rui Pinto, acusou o CEO da Doyen, Nélio Lucas, de o ter elogiado propositadamente com o objectivo de «conseguir obter informação da Federação Portuguesa de Futebol (FPF)», avança esta sexta-feira o ‘Jornal de Notícias’ (JN).

De acordo com a mesma publicação, tudo começou quando Rui Pinto contactou Nélio Lucas para que o responsável confessasse todas as irregularidades que cometeu. No entanto, o Ministério Público viu este comportamento como uma tentativa de extorsão falhada, visto que o CEO da Doywn denunciou o sucedido às autoridades.

A defesa do pirata informático contestou esta opinião, negando as afirmações e dizendo que o próprio Nélio Lucas tem registo criminal e que o elogiou e mostrou interesse «em conseguir obter informação da Federação Portuguesa de Futebol (FPF)».

O hacker contactou o advogado Aníbal Pinto em 2015, para que o representasse na eventual assinatura de um contrato de prestação de serviços com a empresa, na tentativa de manter o seu anonimato.

Desta forma o advogado avançou com o pedido e disse posteriormente a Rui Pinto que o CEO da Doyen «estava impressionado» com as suas capacidades, «querendo até contratá-lo», sendo que o interesse de Nélio Lucas estava «em conseguir obter informação da FPF».

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