“A pouco mais de três meses do fim do ano, a proposta de plano de atividades e orçamento da CP para 2021 ainda está por aprovar pelas Finanças, com a entidade encarregue da análise do documento a assinalar que a informação disponibilizada pela empresa não é ainda a exigida”, avança o jornal ‘Público’.
Para a publicação “este é um dos sinais das dificuldades existentes na relação entre a CP – Comboios de Portugal e uma das suas tutelas, o Ministério das Finanças”,
Falando da recente demissão do presidente da CP, Pedro Nuno Santos disse, em declarações aos jornalistas, que “é muito difícil pedirmos a um grande gestor, um homem sério, com capacidade de trabalho e realização, que fique muito tempo numa empresa que não consegue ter um plano de atividades e orçamento aprovado, que tem uma dívida histórica gigantesca e que não pode ser saneada, retirando capacidade e autonomia de gestão à empresa. E que demora meses para ter uma autorização para comprar umas rodas”.




