Hospitais de Lisboa sem coordenação durante pandemia

Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo garante que terá tido reuniões com as administrações. 

Revista de Imprensa

Os responsáveis dos hospitais da Grande Lisboa apontam a falta de uma resposta coordenada e dirigida por parte da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), revela o “Correio da Manhã” (CM).

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Patrícia Pacheco, directora de infecciologia do Hospital Amadora-Sintra, diz que não houve qualquer reunião conjunta entre a ARSLVT e as administrações dos hospitais, escreve o “CM”.

Por sua vez, a ARTSLVT garantiu, segundo o “CM”, que tem acompanhado diariamente a situação e que terá tido reuniões com as administrações.

Os hospitais mais pressionados na Grande Lisboa, recorde-se, são o Amadora-Sintra (93%), o Beatriz Ângelo, em Loures (100%), e o de Setúbal (86%).

Neste momento, Portugal contabiliza já um total de 1.564 vítimas mortais associadas ao novo coronavírus e 41.646 casos confirmados de infecção, desde o início da pandemia no país, segundo dados da Direção-Geral da Saúde. A região de Lisboa e Vale do Tejo é responsável por 85% dos novos casos registados de sábado para domingo.

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