A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) aprovou esta sexta-feira a vacina contra o novo coronavírus da farmacêutica anglo-sueca, AstraZeneca. A informação foi avançada há instantes através da página de Twitter do regulador europeu.
«A EMA acaba de recomendar a concessão de uma autorização de introdução condicional no mercado à vacina da AstraZeneca, para prevenir a Covid-19 em pessoas a partir dos 18 anos de idade», pode ler-se na legenda da publicação.
📢 EMA has just recommended granting a conditional marketing authorisation for the #COVID19vaccine AstraZeneca to prevent #COVID19 in people from 18 years of age. 👉Read our press release: https://t.co/YDbOvZEMUN pic.twitter.com/Sbj6TdlGTW
— EU Medicines Agency (@EMA_News) January 29, 2021
No comunicado divulgado esta sexta-feira o regulador adianta que «o Comité de Medicamentos ( CHMP ) da EMA avaliou exaustivamente os dados sobre a qualidade, segurança e eficácia da vacina e recomendou por consenso uma autorização».
Desta forma, está «assegurado aos cidadãos do bloco que a vacina cumpre as normas europeias e estabelece as salvaguardas, controlos e obrigações para sustentar as campanhas de vacinação em toda a UE».
«Com esta terceira opinião positiva, expandimos ainda mais o arsenal de vacinas disponíveis para os estados membros da UE e do EEE para combater a pandemia e proteger os seus cidadãos», disse Emer Cooke, Diretora Executiva da EMA, fazendo referência às duas vacinas anteriormente aprovadas (Pfizer e Moderna).
A responsável adianta ainda que «tal como em casos anteriores, o CHMP avaliou rigorosamente esta vacina e a base científica do nosso trabalho sustenta o nosso firme compromisso de salvaguardar a saúde dos cidadãos da UE.».
A mesma nota revela ainda que «os resultados combinados de quatro ensaios clínicos no Reino Unido, Brasil e África do Sul mostraram que a vacina da AstraZeneca foi segura e eficaz na prevenção do COVID-19 em pessoas a partir dos 18 anos de idade».
A EMA adianta ainda que «a vacina da AstraZeneca é administrada em duas injeções no braço, a segunda entre 4 a 12 semanas após a primeira. Os efeitos colaterais mais comuns foram geralmente ligeiros ou moderados e melhoraram alguns dias após a vacinação.
«A segurança e eficácia da vacina continuarão a ser monitorizadas à medida que é utilizada em toda a UE, através do sistema de farmacovigilância do bloco e de estudos adicionais realizados pela empresa e pelas autoridades europeias», conclui.














