“Documento muito pouco sério”: a advogada de Christine Ourmières-Widener criticou o relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito à gestão da TAP, salientando que a ex-CEO da companhia aérea ficou “estupefacta” com o resultado.
Para Isabel Arruda, é “um documento que serve o seu propósito, como serviu o relatório da IGF”, que serviu como base do despedimento de Ourmières-Widener, assim como do chairman da TAP, Manuel Beja.
“Trata-se de mais um documento feito à medida, que pretende dar uma roupagem jurídica a um despedimento político”, apontou a advogada, em declarações ao jornal ‘Público’. “O documento tem falhas e omissões graves e são retirados apenas os excertos dos depoimentos que interessam ao Governo”, acusou, salientando que “permite concluir que não precisávamos de uma CPI para apurar a vontade dos factos”.
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