Depois de analisar as respostas de mais de 100 mil trabalhadores de mais de 15 mil organizações na Europa, o Financial Times concluiu que a francesa Biocoop é a empresa mais inclusiva do Velho Continente. A retalhista dedicada a alimentação orgânica lidera o ranking “Diversity Leaders”.
Elaborada em parceria com a Statista, a análise avalia a percepção dos trabalhadores sobre se a empresa é ou não inclusiva e sobre os esforços levados a cabo neste âmbito. Equilíbrio de género nas contratações ou abertura a diferentes orientações sexuais são alguns dos aspectos considerados, bem como raça e etnia.
O ranking vai apenas na sua segunda edição e abrange 16 países (Portugal excluído), sendo que os inquéritos foram realizados entre Abril e Agosto deste ano. No total, de 15 mil empresas analisadas, apenas 850 obtiveram a pontuação necessária para integrar a lista.
Depois da Biocoop, surge a empresa alemã de chips Infineon e, em terceiro lugar, a plataforma holandesa de reservas Booking.com. O top 5 é completado pelo grupo financeiro norueguês DNB e pela casa francesa de moda Hermès.
Giorgio Armani (moda), IKEA (retalho), Dow (indústria química), Agilent Technologies (saúde) e Chiesi (farmcêutica e biotecnologia) ocupam os lugares seguintes do ranking.



