Bolsa de Lisboa em alta com EDP Renováveis a liderar os ganhos e a subir 1,41%

A bolsa de Lisboa estava hoje em alta, a manter a tendência da abertura, com as ações da EDP Renováveis a liderarem os ganhos, a subirem 1,41% para 18,01 euros.         

Executive Digest com Lusa

A bolsa de Lisboa estava hoje em alta, a manter a tendência da abertura, com as ações da EDP Renováveis a liderarem os ganhos, a subirem 1,41% para 18,01 euros.

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Cerca das 09:10 em Lisboa, o PSI avançava 0,67% para 6.020,86 pontos, com a cotação de 12 ‘papéis’ a subir, duas a descer e duas a manter-se (Ibersol em 4,17 euros e Mota-Engil em 2,30 euros).

Às ações da EDP Renováveis seguiam-se as da NOS, Greenvolt e EDP, que subiam 0,88% para 3,44 euros, 0,82% para 6,16 euros e 0,76% para 4,37 euros.

As ações da Galp, Jerónimo Martins e REN eram outras das que mais avançavam, designadamente 0,73% para 11,06 euros, 0,70% para 25,86 euros e 0,61% para 2,48 euros.

As ações da Navigator e da Sonae subiam, 0,51% para 3,14 euros e 0,48% para 0,95 euros.

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As outras três ações que subiam de cotação eram as do BCP, CTT e Corticeira Amorim, com acréscimos entre 0,35% e 0,10%.

Em sentido contrário, as ações da Altri e da Semapa desciam 0,38% para 4,17 euros e 0,31% para 12,92 euros.

Na Europa, as principais bolsas europeias estavam hoje a negociar em alta, depois de se ter sabido que a inflação homóloga dos EUA caiu mais que o esperado em junho.

Na quarta-feira foi anunciado que a taxa de inflação dos EUA caiu para níveis pré-pandemia em junho, ao situar-se em 3%.

Estes dados agradaram também aos investidores nos EUA, onde Wall Street fechou no verde, na expectativa de que a moderação da inflação possa aproximar o fim do ciclo de subida de taxas da Reserva Federal dos EUA (Fed).

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Neste contexto, as ‘yields’ das dívidas soberanas moderaram-se, tendo a obrigação americana a dez anos descido para 3,84% e a alemã para 2,551%.

Hoje, depois da divulgação de dados fracos sobre as exportações e importações chinesas, o mercado estará a acompanhar de perto a publicação dos pedidos semanais de subsídio de desemprego nos EUA e a inflação na produção (PPI).

Além disso, na Europa, serão divulgados os dados da produção industrial da zona euro, o IPC francês e, mais importante, as atas da última reunião do Banco Central Europeu (BCE) realizada em junho.

A Agência Internacional de Energia (AIE) também publicará o seu relatório mensal sobre o mercado petrolífero, tal como a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

Na expectativa destes relatórios, o Brent, o crude de referência na Europa, sobe 0,26% para 80,33 dólares.

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Na quarta-feira, Wall Street fechou em alta, com o Dow Jones a subir 0,25% para 34.347,43 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.799,65 pontos, registado em 04 de janeiro de 2022.

O Nasdaq terminou a subir 1,15% para 13.918,96 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro de 2021.

A nível cambial, o euro abriu a subir no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,1157 dólares, contra 1,1132 dólares na quarta-feira.

O barril de petróleo Brent para entrega em setembro abriu a subir no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 80,33 dólares, contra 80,11 dólares na quarta-feira e 71,82 em 12 de junho, um mínimo desde janeiro de 2022.

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