Autoeuropa deixou de usar motor EA189 há um ano

Os modelos produzidos na fábrica portuguesa da Autoeuropa deixaram de utilizar os motores turbodiesel EA 189 2.0 TDI 140 cv, envolvidos no caso de emissões da Volkswagen, há cerca de um ano, quando a unidade descontinuou a produção do descapotável EOS e a anterior versão dos monovolumes VW Sharan e SEAT Alhambra. Nas novas versões daqueles monovolumes (um facelift aos modelos cuja produção se iniciou no final do ano passado e que chegaram ao mercado nacional antes do verão), o propulsor central da gama passou a ser o bloco 2.0 TDI, na versão melhorada de 150 cv, que já cumpre os limites para os níveis de emissões da norma Euro 6. De 2010 a 2014, o bloco EA 189 foi a principal motorização dos modelos produzidos na fábrica de Palmela. Em quatro anos, saíram das linhas de montagem da Autoeuropa mais de 400 mil unidades, maioritariamente destinadas à exportação. Em 2014, Alemanha, China e Reino Unido, Áustria e Espanha foram, por esta ordem, os maiores mercados da Autoeuropa, somando mais de 75% das unidades exportadas.

Pedro Junceiro

Der neue Volkswagen Sharan
Os modelos produzidos na fábrica portuguesa da Autoeuropa deixaram de utilizar os motores turbodiesel EA 189 2.0 TDI 140 cv, envolvidos no caso de emissões da Volkswagen, há cerca de um ano, quando a unidade descontinuou a produção do descapotável EOS e a anterior versão dos monovolumes VW Sharan e SEAT Alhambra.
Nas novas versões daqueles monovolumes (um facelift aos modelos cuja produção se iniciou no final do ano passado e que chegaram ao mercado nacional antes do verão), o propulsor central da gama passou a ser o bloco 2.0 TDI, na versão melhorada de 150 cv, que já cumpre os limites para os níveis de emissões da norma Euro 6.
De 2010 a 2014, o bloco EA 189 foi a principal motorização dos modelos produzidos na fábrica de Palmela. Em quatro anos, saíram das linhas de montagem da Autoeuropa mais de 400 mil unidades, maioritariamente destinadas à exportação. Em 2014, Alemanha, China e Reino Unido, Áustria e Espanha foram, por esta ordem, os maiores mercados da Autoeuropa, somando mais de 75% das unidades exportadas.

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