A organização que comanda o mundo

goldman-rsNas duas primeiras décadas da sua existência, chegou a ser a organização que comandou o mundo. Mas, em 1999, o Goldman Sachs entrou na Bolsa e tudo mudou. A alteração da cultura de uma das empresas mais admiradas é explicada por Steven G. Mandis, que a viveu por dentro durante 12 anos. Afinal, o que mudou?

Texto de Filipa Moreno

Steven G. Mandis foi colaborador do Goldman Sachs entre 1992 e 2004. Passou pelas áreas de banca e investimento, capital privado e proprietary trading.

Depois, ajudou a fundar uma empresa dedicada à gestão de activos alternativos. Em 2013, quis contar aquilo a que chamou a “história secreta” de um dos grupos mais conhecidos no mundo financeiro, contrariando a ideia de que já tudo tinha sido escrito sobre o Goldman Sachs.

De facto, faltava escrever o que se passou para que esta tão admirada organização deixasse de seguir os princípios que foram durante duas décadas os seus pilares. Faltava o relato de um “insider” para explicar o que, na verdade, se passou com o Goldman Sachs (ou, no título original, “What happened to Goldman Sachs?”) – “A história secreta do Goldman Sachs, a organização que comanda o mundo”.

São três os momentos cruciais que compõem a história de Steven G. Mandis e que servem para mostrar aquela mudança cultural.

É que, neste universo das finanças, a estória de uma grande empresa é testemunho religiosamente seguido como ensinamento para o sucesso. A perda de valores que o autor aqui descreve contraria a narrativa e choca os leitores mais religiosos. Como resume o autor: «então, a cultura do Goldman mudou ou não? E, se sim, porquê e como? Testa os limites da ingenuidade pensar como é possível a cultura da firma ter mudado tão drasticamente entre 2006, quando esta era admirada de uma forma generalizada, e 2009, quando se tornou tão largamente vilipendiada».

Leia o texto na íntegra na Edição de Julho da revista Executive Digest

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