Imagens de satélite mostram dimensão das cheias no Mondego

A imagem captada pelos satélites da Agência Espacial Europeia mostra a zona que ficou alagada com a subida das águas do Mondego, na sequência dos efeitos do mau tempo decorrentes das depressões Elsa e Fabien.

Executive Digest

A Proteção Civil portuguesa ativou o serviço da Comissão Europeia que mapeia os estragos causados por eventos extremos através de imagens de satélite.

A imagem partilhada no Twitter revela uma vasta região a Oeste de Coimbra alagada na sequência das tempestades Elsa e Fabien que afetaram Portugal na última semana.

Este sistema de mapeamento já tinha sido várias vezes usado por Portugal para estimar o impacto de grandes incêndios, mas desta vez o pedido das autoridades portuguesas foi para estimar o impacto das cheias no rio Mondego.

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Os efeitos do mau tempo da semana passada, na sequência das depressões Elsa e Fabien, provocaram três mortos e deixaram 144 pessoas desalojadas, registando-se mais de 11.600 ocorrências, na maioria inundações e quedas de árvores.

O mau tempo levou também a condicionamentos na circulação rodoviária e ferroviária, danos na rede elétrica e a subida dos caudais de vários rios, provocando inundações em zonas ribeirinhas das regiões Norte e Centro, em particular no distrito de Coimbra.

No rio Mondego, a rutura de dois diques provocou cheias em Montemor-o-Velho, onde várias zonas foram evacuadas e uma grande área, incluindo muitas plantações, estradas e o Centro de Alto Rendimento, ficou submersa.

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A situação começou a ter na segunda-feira os primeiros sinais positivos de melhoria e diminuição do grau de risco, segundo a Proteção Civil.

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