A Microsoft anunciou na sexta-feira a conclusão da aquisição da Activision Blizzard, a editora de videojogos como o ‘Call of Duty’ e ‘Candy Crush’, poucas horas depois de ter recebido a autorização da autoridade britânica da Concorrência.
Este foi o fim de uma saga que durava desde janeiro de 2022.
Já proprietária das consolas Xbox, a Microsoft tinha conseguido superar a oposição inicial dos reguladores do Reino Unido e dos EUA à operação, de 69 mil milhões de dólares.
Mas em abril o regulador britânico opôs-se à operação. Agora, aprovou uma versão alterada do projeto de compra.
Esta aquisição vai fazer da Microsoft o terceiro ator mundial dos jogos vídeo em termos de volume de negócios, depois da Tencent e da Sony, ultrapassando a Apple.
“O preço a pagar é elevado, mas a Microsoft pode assumi-lo, pelo que as implicações financeiras não são muito preocupantes. A indústria do jogo é enorme e desenvolve-se rapidamente, o que torna a possibilidade de um crescimento dos lucros muito excitantes para a Microsoft”, disse à AFP Sophie Lund-Yates, analista da Hargreaves Lansdown.
O mercado mundial dos videojogos está estimado em 300 mil milhões de dólares pela consultora Accenture.
Mas a Microsoft prevê na nova e final versão do seu projeto de compra a alienação dos direitos dos jogos em linha da Activision Blizzard, entre os quais os sucessos planetários ‘Call of Duty’ e ‘Candy Crush’, á francesa Ubisoft.














