Elon Musk: o “nano-gerente” que não delega tarefas e é explosivo

O CEO da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, é responsável por mais de 100.000 funcionários no conjunto das duas empresas.

Mariana da Silva Godinho

O CEO da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, é responsável por mais de 100.000 funcionários no conjunto das duas empresas.

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Mas como será que Musk aborda a gestão das suas empresas e dos seus funcionários?

Segundo uma entrevista dada ao ‘The Wall Street Journal’ em 2015, o CEO descreveu-se como sendo um “nano-gerente”, o que significa que não confia nas pessoas com quem trabalha. Em 2020, voltou a falar no assunto com a publicação dizendo que não consegue “encontrar pessoas a quem delegar”.

Outro dos métodos de gestão de Elon Musk está relacionado com as reuniões. Segundo o ‘Business Insider’, o CEO partilhou com os funcionários num email em 2018 que deveriam existir menos reuniões, e mais curtas, e quem não tivesse qualquer tipo de contribuição deveria sair da empresa.

“Não é rude sair, é rude fazer alguém ficar e perder tempo”, podia ler-se no email a que a publicação teve acesso.

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A flexibilidade de Musk também pode ser volátil, pois tanto pode dizer que as regras da empresa podem ser quebradas em “situações específicas” por não fazerem sentido, como pode estar a dizer que alguém tem de sair imediatamente da empresa se não seguir especificamente as suas instruções.

Por fim, o CEO tem fama de ser explosivo com os seus funcionários. Uma fonte do ‘Business Insider’ disse que o responsável pode ser bastante exigente e imprevisível.

“Elon basicamente faz o que quer, quando quer”, explicou a fonte à publicação.

No entanto, o CEO da Tesla e da SpaceX já negou ter este tipo de reações, dizendo que apenas dá um feedback claro e franco aos funcionários.

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