Ações da Tesla já caíram 8% desde o início do ano

Hoje as ações da empresa caíram 1,2% na bolsa de Nova Iorque. Uma tendência acompanhada por outras empresas da área dos automóveis elétricos como a Workhorse Group e a XPeng.

Fábio Carvalho da Silva
As ações da Tesla sofreram uma queda de 8% este ano. Como explica a Bloomberg, “o declínio reflete a crescente preocupação dos investidores com a concorrência de outros fabricantes automóveis, sobretudo na China”.

 

Hoje as ações da empresa caíram 1,2% na bolsa de Nova Iorque. Uma tendência acompanhada por outras empresas da área dos automóveis elétricos como a Workhorse Group e a XPeng.



A última vez que as ações da Tesla seguiram este padrão foi em fevereiro de 2019, e antecedeu uma queda de mais de 40% no preço das ações no prazo de 65 dias, de 53,40 euros, para 29,36 euros.

 

Esta descida de 1,2% no preço das ações da Tesla, ocorre no mesmo dia em que arranca o julgamento de Elon Musk. O CEO da marca automóvel é acusado por alguns acionistas de em 2016 ter forçado a empresa a salvar o capital da empresa de painéis solares SolarCity.

Os autores da ação querem que o autodenominado “imperador de marte” pague mais de dois mil milhões de euros à Tesla, exatamente o mesmo valor injetado na SolarCity. Segundo apurou a Reuters, se Musk este é um dos maiores processos da história dos EUA que reúne de um lado, parte da assembleia de acionistas e do outro um CEO.

Ontem, a marca automóvel de Elon Musk lançou uma versão mais barata do Modelo Y na China, onde a empresa se depara com um escrutínio cada vez maior tanto dos reguladores quanto dos consumidores e da concorrência crescente dos rivais no país, segundo a Reuters.

De acordo com informação da China Passenger Car Association (CPCA), as vendas de veículos da Tesla em território chinês caíram em junho em relação ao mês anterior.

 

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