A Poshmark, um dos principais mercados web de roupas vintage, joias e decoração uniu-se ao Snapchat para lançar o Poshmark Mini, um serviço de compras semelhante ao Google Shopping, mas mais direcionado à Generation Z e, claro, operando dentro da própria aplicação.
O novo software vai permitir que os utilizadores façam “uma verdadeira caça ao tesouro” de artigos que desejem comprar e ainda que interajam entre si nas “Posh Parties”.
Para o Snapchat, o grande player do mercado digital no que toca ao target com idades compreendidas entre os 13 e os 24 anos, “este é um novo caminho no e-commerce”, como refere o CEO Evan Spiegel, que já fez vários acordos com sites de marcas de ouro como a Target, Adidas, Ralph Lauren e Dior, para além dos constantes investimentos em realidade aumentada e outros recursos que o diferenciem dos outros gigantes do mercado e seus concorrentes diretos, o Tik Tok e o grupo Facebook.
Já para a Poshmark esta é uma oportunidade de capitalização da empresa, que está a dar os primeiros passos no Nasqad desde janeiro, sob a sombra de já ter perdido quase 70 milhões de euros em prejuízo líquido durante o primeiro trimestre em 2021.
Esta desgraça financeira refletiu-se no preço das ações que até agora já caíram 65%, relativamente ao início do ano, quando foi lançada a Oferta Pública Inicial.







