O montante necessário para fazer parte do grupo correspondente ao 1% dos mais ricos varia de país para país. Segundo dados da Knight Frank reportados pela Bloomberg, são necessários oito milhões de dólares para integrar esta lista no Mónaco, sendo este o país com o nível de entrada mais elevado.
A Suíça e os Estados Unidos da América aparecem logo depois: são necessárias fortunas de pelo menos 5,1 milhões de dólares e 4,4 milhões de dólares, respectivamente, para pertencer ao 1% dos mais ricos. Já em Singapura, 2,9 milhões de dólares serão suficientes.
Liam Bailey, global head of Research da Knight Frank, sublinha que é visível o peso que as políticas fiscais têm neste ranking. No Mónaco, onde os residentes não pagam muitos impostos sobre os rendimentos, é preciso uma riqueza mais acentuada para conseguir chegar ao clube dos mais ricos.
Nova Zelândia, Hong Kong, Autrália, Irlanda, França e Alemanha completam o top 10. Logo depois surgem outros destinos como o Reino Unido, Taiwan ou Japão. No extremo oposto encontram-se países como a Rússia, onde são precisos apenas 400 mil dólares para fazer parte deste 1%.
O mesmo estudo reflecte ainda o impacto da pandemia no fosso que separa ricos e pobres. O nível de riqueza necessário no Mónaco para integrar o grupo dos 1% mais ricos é quase 400 vezes superior ao do Quénia, por exemplo.














