A Lotus está actualmente a desenvolver um crossover de cinco portas em parceria com os estúdios de Hethel da empresa que será produzido numa nova fábrica na China.
O novo veículo deverá chegar em 2019 e poderá ser, segundo a marca, o carro com mais sucesso em termos de vendas. Este será o primeiro projecto da mais recente anunciada parceria entre a Lotus e a Proton and Goldstar Heavy Industrial, uma empresa de engenharia e indústria chinesa.
O nome não está decidido mas já se sabe que este novo crossover começará com a letra “E” assim como todos os outros carros desportivos da Lotus e contará com tracção integral. Contudo, a grande diferença deste modelo para todos os outros inseridos no mesmo segmento é o peso.
“O nosso carro terá uma grande condução, sendo flexível e confortável, mas o ênfase maior está no manuseamento do mesmo. Vai ser o mais leve e mais rápido do seu segmento”, afirmou o CEO da marca, Jean-Marc Gales, à revista Autocar. A ideia é que a carroçaria e o chassis pesem menos 200 kg do que os rivais.
As opções motorizadas, segundo Gales, serão os blocos sobrealimentados 1.8 de cinco cilindros ou 3.5 V6, já disponíveis nos desportivos actuais da marca.
Em termos de design o novo crossover revelará estilo desportivo tendo uma distância entre eixos semelhante ao Porsche Macan e ao Audi Q5 mas com uma altura 30mm mais baixa que os modelos mencionados.]]>
Lotus desenvolve novo crossover com enfoque no baixo peso
A Lotus está actualmente a desenvolver um crossover de cinco portas em parceria com os estúdios de Hethel da empresa que será produzido numa nova fábrica na China. O novo veículo deverá chegar em 2019 e poderá ser, segundo a marca, o carro com mais sucesso em termos de vendas. Este será o primeiro projecto da mais recente anunciada parceria entre a Lotus e a Proton and Goldstar Heavy Industrial, uma empresa de engenharia e indústria chinesa. O nome não está decidido mas já se sabe que este novo crossover começará com a letra “E” assim como todos os outros carros desportivos da Lotus e contará com tracção integral. Contudo, a grande diferença deste modelo para todos os outros inseridos no mesmo segmento é o peso. “O nosso carro terá uma grande condução, sendo flexível e confortável, mas o ênfase maior está no manuseamento do mesmo. Vai ser o mais leve e mais rápido do seu segmento”, afirmou o CEO da marca, Jean-Marc Gales, à revista Autocar. A ideia é que a carroçaria e o chassis pesem menos 200 kg do que os rivais. As opções motorizadas, segundo Gales, serão os blocos sobrealimentados 1.8 de cinco cilindros ou 3.5 V6, já disponíveis…
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