Feira de turismo de Macau encerra com a assinatura de 60 acordos

A Expo Internacional de Turismo de Macau encerrou após três dias de atividades, marcados pela assinatura de cerca de 60 protocolos de cooperação e pela estreia de pavilhões dedicados à tecnologia turística e à economia de baixa altitude.

Executive Digest com Lusa

A Expo Internacional de Turismo de Macau encerrou após três dias de atividades, marcados pela assinatura de cerca de 60 protocolos de cooperação e pela estreia de pavilhões dedicados à tecnologia turística e à economia de baixa altitude.

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A 14.ª edição do evento teve lugar de 10 a 12 de abril no hotel-casino Venetian Macau e contou com mais de 700 expositores dos mercados nacional e internacional, e nove de países de língua portuguesa.


Segundo a organização, perto de 120 instituições e associações ligadas à cultura e ao turismo participaram na cerimónia de assinatura realizada no sábado, abrangendo áreas como a expansão global do turismo, a indústria digital e inteligente, a integração da medicina com o turismo e a iniciativa Nova Rota da Seda.


A Nova Rota da Seda, ou Iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”, lançada pela China em 2013, é um projeto global de infraestrutura e cooperação económica.


Um dos destaques da expo foi o “Pavilhão da Tecnologia Turística”, que reuniu empresas como a AutoNavi, a iFlytek e a Companhia de Telecomunicações de Macau (CTM), apresentando produtos e serviços tecnológicos aplicados ao setor.

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Também estreou o “Pavilhão da Economia de Baixa Altitude”, com empresas como a gigante chinesa de drones DJI e a empresa de aeronaves EHang a mostrarem soluções para tráfego aéreo urbano e turismo de baixa altitude.


A economia de baixa altitude é um novo setor económico focado no uso de aeronaves civis tripuladas e não tripuladas (drones) em altitudes entre 1.000 a 3.000 metros.


A expo apostou também da demonstração de ferramentas digitais para a indústria do turismo, incluindo um sistema inteligente de navegação 3D para orientar os visitantes em Macau.


Na abertura do evento, o secretário para a Economia e Finanças de Macau, Tai Kin Ip, disse que face “às incertezas da conjuntura internacional e da geopolítica”, Macau espera alargar a origem dos turistas.


As autoridades de Turismo de Macau declararam estar a ponderar cobrir os custos de transporte dos turistas internacionais que aterrarem no aeroporto de Guangzhou, no sul China, para se deslocarem ao território.

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