Evite o ‘burnout’ profissional na sua empresa com estas seis dicas

O ‘burnout’ é um problema que afeta bastante o bem-estar e o desempenho dos funcionários e que, de forma geral, se tem vindo a aumentar desde que começou a pandemia.

Mariana da Silva Godinho

O ‘burnout’ é um problema que afeta bastante o bem-estar e o desempenho dos funcionários e que, de forma geral, se tem vindo a aumentar desde que começou a pandemia.

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Para proteger as suas equipas deste problema, as empresas têm de promover o bem-estar dos colaboradores, de forma a evitar os sintomas e a aumentar a produtividade e a motivação dos seus trabalhadores.

Se começar a ver sintomas de menos energia, produtividade mais reduzida e uma qualidade fraca no trabalho apresentado, pode estar perante um início de ‘burnout’ profissional, por isso é preciso começar a evitar situações de elevado stress.

Desta forma, a Factorial, apresenta às empresas seis dicas para que possam evitar e prevenir o ‘burnout’ profissional:

– Priorizar a flexibilidade: apesar de o teletrabalho ser mais conveniente para muitos funcionários, pode, por si só, não ser considerada flexível. A junção desta opção com a possibilidade de ter um horário de trabalho que não seja o típico modelo das 9h-18h é a melhor combinação.

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– Oferecer análises de desempenho e feedback cuidadosos: tem de haver uma comunicação regular entre líderes e funcionários para evitar o esgotamento profissional, assim como uma disponibilização por parte dos primeiros para feedback sobre o desempenho no trabalho. É importante também incentivar à reflexão e elogiar quando o desempenho é positivo.

– Promover as pausas ao longo do dia: é crucial que os líderes se certifiquem que as suas equipas não estão a trabalhar demais, podendo ser implementados mecanismos dentro da empresa para esse controlo, como um relógio online para “obrigar” os funcionários a fazer pausas de vez em quando. Estas pausas não só aumentam a produtividade como a criatividade.

– Promover a inteligência emocional no local de trabalho: todas as empresas precisam de ser espaços de empatia e a compaixão que alimentam a inteligência emocional nas interações e incentivam todos a ouvirem-se uns aos outros.

– Proporcionar uma experiência de colaborador positiva: é necessário investir em métodos e medidas que melhorem a experiência dos funcionários e os deixem mais confortáveis no local de trabalho. É através de inquéritos internos que se pode perceber quais são os melhores métodos e medidas.

– Respeitar o direito às férias e folgas: uma das partes mais difíceis de qualquer equipa que gere pessoas é proceder a uma gestão harmoniosa das folgas e férias de todos, para que não haja constrangimentos ou sobreposições. Para facilitar o processo, existem softwares de gestão de férias que usam mecanismos automáticos.

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