Europa quer proibir uso de Inteligência Artificial para vigilância de massas

UE deverá avançar com proposta para proibir a vigilância maciça e a classificação do comportamento social.

Executive Digest

O uso de software de Inteligência Artificial (IA) para vigilância massiva da população e para classificação do comportamento social pode em breve ser proibido na Europa, de acordo com o projeto de lei da União Europeia divulgado online, avançado pela CNBC.

Escolha a Executive Digest como fonte preferida no Google Escolher ›

O documento de 81 páginas propõe que “a vigilância indiscriminada de pessoas físicas seja proibida, quando aplicada de forma generalizada a todas as pessoas, sem diferenciação”, seja ela em ambientes digitais ou físicos.

Mais acrescenta que os sistemas de IA usados ​​para classificar o comportamento social, que já são usados na China, devem também ser proibidos.

Outros usos de IA considerados de “alto risco” podem mesmo vir a ser totalmente proibidos, de acordo com o documento, enquanto outros podem nem conseguir ser submetidos se não cumprirem certos padrões.

Um porta-voz da Comissão Europeia, em declarações à CNBC, disse que “a Comissão está preparada para adotar o quadro regulamentar sobre IA na próxima quarta-feira, 21 de Abril. Qualquer informação veiculada antes disso não será legítimo”.

Continue a ler após a publicidade
Continue a ler após a publicidade

Já era, no entanto, sabido que a Comissão Europeia deverá apresentar em breve a primeira lei europeia para regular o uso da Inteligência Artificial. O objetivo é atenuar os riscos desta tecnologia.

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.